quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Covelo - Tábua

Covelo é uma aldeia do concelho de Tábua e faz parte da União de Freguesias de Ázere e Covelo.
Situa-se na região de Casconha e é formada por dois lugares: Covelo de Cima, Covelo de Baixo e uma quinta. 


Covelo de Cima
Desconhece-se a origem do povoamento nesta região, mas num   documento antigo refere-se que a antiga freguesia de Nossa Senhora da Apresentação de Covelo era curato anexo ao priorado de São Mamede de Ázere e da apresentação do conde de Óbidos, no antigo concelho de Ázere.


Covelo de Baixo
Mais tarde, fez  parte do concelho de Farinha Podre, que era uma das comendas novas da ordem de Cristo. Em 1853, este concelho foi extinto e Covelo passou então a integrar o de Tábua. 
Em 1839 fazia parte da comarca de Seia, em 1852 da de Arganil e, em 1885, da de Tábua. 




O seu orago é Nossa Senhora da Apresentação, venerada numa bonita igreja datada de 1739. 

Existem ainda na aldeia,  mais duas capelas.

- Capela de Nossa Senhora das Febres
Situada no lugar de Covelo de Cima que é alvo duma romaria anual, bastante concorrida no dia 15 de Agosto.


- Capela de Nossa Senhora da Devoção
Esta Capela localiza-se na zona de Covelo de Baixo.



Obrigada pela sua presença. Volte sempre!

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Ázere - Tábua

Vamos regressar ao concelho de Tábua. Anteriormente, já aqui escrevi sobre algumas aldeias deste concelho e hoje é a vez de Ázere, uma povoação actualmente pertencente à União de Freguesias de Ázere e Covelo,  duas antigas freguesias unidas em 2013, no âmbito da Reforma Administrativa. 
Fica situada na margem esquerda do rio Mondego e é uma das maiores freguesias do concelho.



Ázere é  uma povoação muito antiga que, durante a ocupação dos Suevos, tinha o nome de Azzemira.
Foi couto instituído por D. Teresa  e D. Afonso Henriques.
Em 1136, foi-lhe concedido  foral  abrangendo Ázere e todo o território do actual concelho de Tábua, como se pode comprovar  nas Inquirições de D. Afonso III que, lhe outorgou  novo foral, em 1254.
No entanto, o  pelourinho é presumivelmente do séc. XVIII e tem uma esfera armilar de ferro, do séc. XVI.


Foi vila e sede de concelho até 1666formado pelas freguesias de Ázere e Covelo. Nessa data, esta última localidade foi desanexada, mas o concelho só seria extinto  em 1871.
Pertenceu à comarca de Midões até ao início do séc. XIX, depois à de Santa Comba Dão e , actualmente, pertence à comarca de Tábua.


O orago da povoação é São Mamede e a Igreja Paroquial começou a ser erigida em 1368. Foi reconstruída no séc. XVIII e restaurada no séc. XIX.
Existem ainda na localidade mais dois templos religiosos.

-  Capela de Nossa Senhora da Paz


- Capela de Santo António






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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa: 18ªedição Festival Nacional de Folclore

Da Direcção do Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa recebi o pedido de divulgação da Notícia referente a mais um dos seus eventos.

NOTÍCIA
Usos e Costumes em Lisboa: 18ªedição Festival Nacional de Folclore 


Mais um ano a história repete-se: o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa associa-se à Junta de Freguesia de S. Vicente para organizar a 18ª edição do seu Festival de Folclore. 
Este evento terá lugar mais uma vez no recinto do Panteão Nacional, em Lisboa (S. Vicente de Fora), no dia 10 de Setembro e promete ser mais uma jornada etnográfica de excelência, com a participação de grupos de folclore cuja representação dos tempos idos é da mais digna supremacia. 
O evento terá o seguinte horário:
15h00m - Desfile pelas ruas da freguesia
15h30m - Chegada dos grupos ao recinto
16h00m - Atuação dos Grupos de Folclore:
1.Rancho Folclórico de Gouveia Beira Alta Serrana
2.Rancho das Lavradeiras da Trofa Douro Litoral Norte
3.Grupo Folclórico e Etnográfico de Cova do Ouro e Serra da Rocha Beira Litoral Mondego
4.Grupo Folclórico “Os Camponeses de D. Maria” Região Saloia
5.Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa Beira Serra 
Acrescentamos ainda que haverá bar aberto, venda de enchidos e outros produtos regionais, de artesanato e de doçaria típica (como filhoses). 
Deste modo singelo, convidamos todos os sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos a estarem presentes nesta festividade para deste modo engrandecê-la e fazer parte dela; só com a união e colaboração de todos é que o movimento folclórico ganha força para continuar vivo! Venha conviver, divertir-se a conhecer um pouco mais das tradições deste belo país "à beira-mar plantado".Esperamos por si...




Obrigada pela sua presença. Volte sempre.



segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Festa de Sobral Magro 3

O último dia da festa de Sobral Magro foi o que teve o programa mais intenso.
A iniciar, realizou-se a Santa Missa, à qual se seguiu  a Procissão, abrilhantadas pela Filarmónica de Avô.


A terminar os festejos deste ano, realizou-se o tradicional piquenique. 






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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Covas do Barro, Monteira, Casal da Ribeira, Sacões e Formiga

Porque é fim de semana, vamos agora partir à descoberta de mais algumas aldeias do concelho de Góis e da freguesia de  Vila Nova do Ceira.

Covas do Barro

Este lugar é constituído por algumas casas dispersas nos arredores da Várzea Grande. Por cima  há uma zona onde as pessoas iam buscar barro para fazer os seus fornos e para a construção as suas casas e que originou o nome desta localidade.


Monteira



A Monteira é uma  pitoresca aldeia situada no vale glaciar do rio Sótão.
O orago da Monteira é São Simão.



Desconhece-se a data da construção da sua capela, mas foi reparada em 1902 e em 1993 foi reedificada.



Casal da Ribeira 
Este pequeno lugar é formado  por um pequeno grupo de quatro casas e situa-se numa pequena saliência de terreno  na encosta do vale do rio Sótão
No Casal da Ribeira começa a "Levada de Cima", que transporta a água até  Topa (Murtinheira) e que servia para regar os campos em redor.
Na localidade não há Capela e as pessoas deslocavam-se a Monteira, para assistir à Missa dominical. Há alguns anos, deixaram de se realizar cerimónias religiosas nesta última povoação e os habitantes do Casal da Ribeira, actualmente têm que   se deslocar a Vila Nova do Ceira. 


Sacões
A aldeia de Sacões fica situada junto à estrada que liga Vila Nova do Ceira a Conhais da freguesia de Góis.
O orago da povoação é Santo António, venerado numa pequena capelinha.


Formiga 

Perto do limite entre os concelhos de Góis e da Lousã, na encosta entre Sacões e Lomba, encontra-se esta aldeia formada apenas por seis casas. 
Uma parte das terras à volta da Formiga ainda hoje é cultivada  e o gado pasta nos montes. 


Nas imediações destas aldeias, existem ainda alguns pequenos lugares dos quais destaco: Picarotos, Terras e Balsas.






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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Festa de Sobral Magro 2

O segundo dia de festa em Sobral Magro teve o seu ponto alto na tradicional Arruada, que este ano registou uma inovação. Pela primeira vez, a volta da cana foi ao Espinho. 





No final do dia, o baile foi abrilhantado pelo duo Ex-Libris.



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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Festa de Sobral Magro

No passado fim de semana, decorreu mais uma festa em Sobral Magro.
Cumprindo o Programa estabelecido, os festejos começaram na Sexta-Feira com a Procissão de Velas. 




A terminar o dia, Gonçalo Almeida abrilhantou o baile.





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terça-feira, 22 de agosto de 2017

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Festa no Vale do Torno

Mais uma festa na freguesia de Pomares. 
Desta vez é o Vale do Torno que tem o seguinte Programa:

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Porque É Fim de Semana: Chapinheira, Campelo, Telhada, e Carapinhal,

Porque é fim de semana, vamos agora partir à descoberta de algumas aldeias da  freguesia de  Vila Nova do Ceira.
Hoje vamos conhecer mais quatro localidades, que são talvez as mais afastadas da sede de freguesia.

Chapinheira



Situa-se  no topo dum monte, com uma magnífica vista em redor. É a aldeia mais a norte da freguesia e abrange dois dos concelhos vizinhos (Arganil e Poiares).  
Inicialmente era formada por várias quintas e, nos dias de hoje,  as casas ainda estão mais afastadas umas das outras do que na maioria  das aldeias da região.



Na Chapinheira, no lado que faz parte do concelho de Góis existe uma capela  em honra da Srª. da Salvação, com um adro para festas.
Este templo foi mandado construir em 1903 por uma família, sendo por isso  particular. No entanto, esteve sempre ao serviço público. 
Em 1973 foi construída, pela população, uma nova capela, sobre os alicerces da antiga.


Campelo

Começando a descer a encosta do monte em direcção ao vale do Ceira, vamos atravessar a pequena aldeia de Campelo.
Os edifícios mais velhos da aldeia foram construídos com as redondas pedras glaciares e barro do vale. 

Telhada


A aldeia da Telhada  situa-se a poucos quilómetros da Chapinheira, no cimo doutra elevação.
Também ali as casas mais antigas mostram os materiais de construção usados no passado, apenas   com materiais da região:as  pedras glaciares e barro. 



O padroeiro da Telhada é  Santo Amaro. 
A capela situada numa das entradas da aldeia, foi custeada pela população e inaugurada em 2 de Outubro de 1983. 

Sabe-se que antigamente existiu uma outra capelinha da qual nada resta, nem tão pouco se sabe o local onde estava implantada. 


Carapinhal



Continuando a descer a encosta vindos da Telhada vamos passar no Carapinhal que em 1527 aparecia mencionada no censo, como tendo um fogo. 
Nesta povoação também são frequentes as casas mais antigas, construídas com os materiais típicos da região. 
A padroeira do Carapinhal é Nossa  Senhora da Conceição.



A capela inicial data de 1802 e situava-se no largo onde atualmente se encontra o chafariz.
Como nessa altura, a capela  da Telhada já se encontrava em avançado estado de ruína, levou-se o Retábulo para a Capela do Carapinhal 
Mais tarde,  a capela foi transferida para o fundo do largo onde se manteve durante muitos anos.  
Entretanto,  a capela entrou em estado de degradação e, em 1968 foi construída nova capela sobre as ruínas da primitiva capela, paga por subscrição pública



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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Festa na Gramaça

A chegar ao fim da época das festas, também a Gramaça vai ter a sua.O programa é o que se segue.




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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Avô

Quem se desloque à  serra do Açor, vai trazer na lembrança gratas recordações das suas paisagens luxuriantes, das suas gentes hospitaleiras e dos suas pitorescas povoações. 



Uma localidade que merece uma visita e que pode proporcionar uns dias de descanso inesquecíveis, desfrutando duma natureza ímpar, é Avô.
Esta  pequena e antiquíssima vila fica situada no sopé da serra, banhada pelo rio Alva e pela ribeira de Pomares.



Outrora habitada pelos romanos, que  talvez tenham sido os fundadores do Castelo, foi também ocupada pelos Mouros, até ser conquistada por D. Afonso Henriques. 
Recebeu Carta de Foral em 1187, outorgada por D. Sancho I, passando a ter funções de sede de concelho, apenas extinto em 1855.



Na vila há pontos turísticos que merecem uma visita.
- As ruínas do Castelo e da Ermida de São Miguel (séc. XVI e XVII);



-  Igreja Matriz (séc. XVIII);



- Capela de Nossa Senhora dos Anjos (séc. XVIII);



- Capela de Santa Quitéria (séc. XVII);



- Capela de São Pedro (séc, XVI);



- Pelourinho (séc. XIV).



- Praia Fluvial situada na confluência do  rio Alva com a ribeira de Pomares;



- Casa do Poeta Brás Garcia de Mascarenhas;



- Ilha do Picoto;



- Coreto;



- Miradouro;...




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